Nossa História

Uma história de dedicação e amor: Ritta Höppner

Contar a história do Hotel Ritta Höppner é contar um pouco da própria história de Gramado. Fundado sobre os valores de uma típica família alemã, trabalho, cuidado nos detalhes e hospitalidade genuína, o hotel há mais de cinco décadas recebe hóspedes do Brasil e do mundo.

A trajetória começou na década de 30, em Hamburgo, quando Otto Höppner conheceu Ritta, brasileira filha de alemães. Após a Segunda Guerra Mundial, em busca de um novo começo, a família cruzou o oceano e, em 1956, chegou a Gramado. Com muito esforço, construíram os primeiros chalés e, em 1958, nascia oficialmente o Hotel Ritta Höppner, um dos pioneiros da cidade, já oferecendo conforto, calefação e acolhimento familiar.

Inspirado na arquitetura bávara e alpina, o hotel se tornou referência pelo charme europeu, jardins encantadores e chalés temáticos, cada um com identidade própria e nomes inspirados em contos de fadas, muitos escolhidos pelos próprios hóspedes.

Mais do que um hotel, o Ritta Höppner sempre foi um lugar com alma. Cada espaço carrega histórias, afetos e memórias, refletidos nos detalhes, na decoração e no cuidado em bem receber. Esse mesmo espírito deu origem ao Parque Mini Mundo, criado por Otto como presente aos netos, e que hoje é um dos símbolos de Gramado.

O legado da família Höppner permanece vivo, unindo tradição, carinho e encantamento, transformando cada estadia em uma experiência verdadeiramente inesquecível.

Mini Mundo

Em 1979, Otto Höppner, idealizador e patrono do Mini Mundo, construiu a Casinha de Bonecas, presente para sua neta e hoje considerada o marco zero do parque. Um ano depois, teve início a construção da cidade em miniatura e, em 1981, surgiram os primeiros prédios em madeira na escala 1:24, dando vida a réplicas icônicas como os castelos de Neuschwanstein e Lichtenstein, a Estação Ferroviária de Neuffen e o Aeromóvel Coester.

Após um período de vandalismo em 1983, o parque reabriu oficialmente em 15 de dezembro, data que passou a marcar o aniversário do Mini Mundo.

Com o falecimento de Otto, em 1986, seu filho Heino deu continuidade ao legado, ampliando o parque com novas réplicas, entre elas a Prefeitura de Gramado, com lagos e chafarizes. Ao longo dos anos, novas técnicas e materiais naturais tornaram as construções ainda mais realistas, acompanhando o crescimento constante da cidade em miniatura.

A partir de 1999, o Mini Mundo passou a contar com lojas de souvenirs exclusivas e, em 2000, ganhou novos espaços pensados para aprimorar a experiência dos visitantes, como vitrines temáticas, chafarizes, poço dos desejos e a charmosa casa de doces.

O encantamento cresceu ainda mais com a criação dos personagens Gui, Ana, o Limpador de Chaminés e a Bruxinha Ju, além do lançamento dos livrinhos infantis, iniciados em 2003. Em 2008, o parque celebrou 25 anos com o lançamento do Jornal do Mini Mundo.

Sempre em evolução, o parque inaugurou a réplica do Museu Paulista em 2012 e, a partir de 2015, passou por importantes revitalizações, renovando cenários e reforçando seu compromisso com o encantamento, a história e a imaginação.

Capela dos Anjos

A Capela dos Anjos nasce como a concretização de um antigo sonho da família Höppner, o desejo de criar um espaço especial, acolhedor e cheio de significado, destinado a momentos de fé, celebração e introspecção.

Inaugurada com a reabertura do Hotel Ritta Höppner, em 8 de março de 2016, a capela foi concebida para a realização de cerimônias ecumênicas, reunindo pessoas de diferentes credos em ocasiões como casamentos, bodas, batizados e renovações de votos. Com capacidade para cerca de 100 pessoas, sua arquitetura foi inspirada na fachada de uma igreja suíça, enquanto o interior remete a uma charmosa igreja localizada em Cortina d’Ampezzo, na Itália.

Cada detalhe foi pensado com cuidado e sensibilidade. Os bancos genuflexórios e os elementos do altar foram esculpidos à mão e estofados com veludo alemão. Um imponente lustre de cristais italianos, aliado a uma ampla claraboia, valoriza a luz natural e cria uma conexão harmoniosa entre o interior da capela e a vegetação do jardim. A iluminação indireta e os vitrais, inspirados em antigas peças italianas, reforçam o clima intimista e sereno do espaço.

Por ser ecumênica, a capela recebeu obras que retratam Anjos e o Espírito Santo, assinadas pela artista plástica Patrízia Trovati Hering, que também foi responsável pelas pinturas das janelas, molduras em gesso e do acesso ao sino. O sino, afinado na nota “Lá”, simboliza bons presságios e o desejo de felicidade para todas as celebrações realizadas no local.

Mais do que um espaço arquitetônico, a Capela dos Anjos representa um legado de fé, carinho e hospitalidade, valores que acompanham a história do Hotel Ritta Höppner desde a sua origem e que agora também se manifestam neste ambiente criado para celebrar os momentos mais importantes da vida.

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